Legislator Giurisprudenza & Legislazione
701/2025 Generato dall'IA

Constitutional Court corrects a prior ruling's factual error regarding the Public Prosecutor's non-response to a complaint.

Numero d'incarto 701/2025
Autorità giudiziaria
Giurisdizione Portogallo (PT)
Esito del giudizio Parzialmente accolto (Partially Allowed)

Sintesi Legislator

Generato dall'IA

The Constitutional Court ordered a correction to a previous judgment (Acórdão n.º 182/2026) which erroneously stated the Public Prosecutor did not respond to a complaint. The material fact was that the Prosecutor actually responded, making the original report inaccurate. The court decided to eliminate the false text and issue a rectification order to ensure the record reflects the true procedural history.

Regesto Legislator

Generato dall'IA

Art. 233.º da Lei Orgânica do Tribunal Constitucional; The Constitutional Court has the authority to correct factual errors in its own prior decisions when such errors affect the accuracy of the procedural record, even if the substantive outcome remains unchanged.

Parole chiave

Generato dall'IA
Constitutional Court procedural rectification factual error correction Public Prosecutor complaint non-response ritardo del ministero pubblico riapertura della pratica rinvio del dibattimento

Disposizioni normative citate

Generato dall'IA
Art. 233.º da Lei Orgânica do Tribunal Constitucional
Generato dall'IA

Ti chiedi come si applica questa sentenza alla tua fattispecie?

Analizza questa decisione insieme alla legislazione federale e cantonale, ai commentari e alla giurisprudenza successiva in Legislator AI.

Apri in Legislator →

Testo completo

ACÓRDÃO Nº 274/2026[1]

Processo n.º 701/2025 (68/PP)

Plenário

Relator: Conselheiro António José da Ascensão Ramos

*

Acordam, em Plenário, no Tribunal Constitucional,

Defere-se o requerido pelo Ministério Público e, como tal, no corpo do Acórdão n.º 182/2026 constata-se efetivamente a existência de um erro no relatório dos atos que precederam a decisão, impondo-se a eliminação do texto «O Ministério Público foi notificado da reclamação, mas não respondeu.», já que isso mesmo não teve lugar.

No mais, nada há a determinar.

Retifique-se no local próprio.

Lisboa, 17 de março de 2026 - António José da Ascensão Ramos

O relator, António José da Ascensão Ramos, que participou na sessão plenária por meios telemáticos, atesta o voto de conformidade ao presente acórdão dos Conselheiros Mariana Canotilho, Dora Lucas Neto, Afonso Patrão, Joana Fernandes Costa, João Carlos Loureiro, Maria Benedita Urbano, José Eduardo Figueiredo Dias, Rui Guerra da Fonseca, Carlos Medeiros de Carvalho e do Conselheiro Presidente José João Abrantes.

António José da Ascensão Ramos

[1] Retifica Acórdão n.º 182/2026