Portuguese Constitutional Court corrects a clerical error in Article 80 regarding the removal of alínea c).
Sintesi Legislator
Generato dall'IAThe Tribunal Constitucional issued a ruling to correct a manifest clerical error in a previous decision. The original text incorrectly cited 'alínea c)' of Article 80 of the Constitution, which the court determined was a writing lapse. Consequently, the court ordered the amendment to remove the specific sub-item from the citation.
Regesto Legislator
Generato dall'IAArt. 249.º do Código Civil; Art. 613.º e 614.º do Código de Processo Civil: The Constitutional Court may correct manifest clerical errors in its own judgments to ensure the accurate expression of the legal provisions cited.
Parole chiave
Generato dall'IADisposizioni normative citate
Generato dall'IADecisioni correlate
Generato dall'IATesto completo
ACÓRDÃO Nº 932/2024[1]
Processo n.º 21/2024
1.ª Secção
Relatora: Conselheira Maria Benedita Urbano
Acordam na 1.ª Secção do Tribunal Constitucional
Verificando-se a existência de lapsos manifestos de escrita (lapsus linguae) no acórdão proferido nestes autos e sendo esses lapsos, evidentes no seu contexto, corrigíveis a todo o tempo, determino, nos termos do artigo 249.º do Código Civil e dos artigos 613.º e 614.º do Código de Processo Civil (aplicáveis ex vi do artigo 666.º, n.º 1 , do mesmo diploma legal), sempre aplicável subsidiariamente por força do disposto no artigo 69.º da Lei de Organização, Funcionamento e Processo do Tribunal Constitucional (Lei n.º 28/82, de 15.11 – LTC), a retificação do acórdão proferido nestes autos, por forma a que, nas Partes “II – FUNDAMENTAÇÃO” e “III – Decisão” desse Acórdão passe a constar em vez de “artigos 61.º, n.º 1, 80.º, n.º 1, alínea c), e 86.º da Constituição da República Portuguesa” “artigos 61.º, n.º 1, 80.º, alínea c), e 86.º da Constituição da República Portuguesa”.
Lisboa, 17 de dezembro de 2024 - Maria Benedita Urbano - José Teles Pereira - Gonçalo Almeida Ribeiro - Rui Guerra da Fonseca - José João Abrantes
[1] Retifica Acórdão n. º 834/24, de 4 de dezembro